Audiovisual territorializado numa Europa « sem fronteiras »
Bibliographic Data
| ID | 12504841 |
|---|---|
| Authors | José Luís Palmeiro Pinheiro (corresponding author) |
| Year | 2008 |
| Volume | XV(2) |
| Pages | 53-70 |
| Publication date | 2008-01-01 |
| Open Access | No |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Lusotopie (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1257-0273 • E-ISSN: 1768-3084 |
| Publisher | Brill (PUBLISHER • NL) |
| DOI | 10.1163/17683084-01502003 |
| OpenAlex | W2037155047 |
| Language | PT |
A maioria dos autores interessados no campo das ciências sociais concordam em estimar que a globalização está a mudar rapidamente as formas nas que os Estados controlam os fluxos económicos e informacionais através das suas fronteiras. Em concreto, uma grande parte dos Estados do mundo estão a perder ou a ceder voluntariamente alguns dos seus direitos soberanos para controlar esses fluxos. No caso da Europa, existe uma regulamentação específica garantindo a livre circulação de informação e produtos audio-visuais entre os Estados membros da União Europeia. Esta regulamentação pretende, aliás, assegurar a sobrevivência e recuperação de culturas e línguas minorizadas, como a galega, que apresentam similitudes com as próprias de regiões situadas além das próprias fronteiras estatais e/ou regionais.Ora bem, parece existir uma incongruência entre esta « apertura comunicativa » preconizada desde as instâncias europeias e o escasso interesse mostrado pelos Estados espanhol e português em chegar a acordos que permitissem a emissão gratuíta das televisões portuguesas na Galiza. No presente artigo trata-se de explicar a aparente contradição entre o discurso europeísta das « fronteiras abertas » e as resistências dos Estados a pôr todos os meios para que esta apertura seja real
Political science · Cross-Border Cooperation and Integration · Media and Digital Communication · Media, Journalism, and Communication History · Psychology
| Highly cited | No |
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