Eu, o saber, não falo
Bibliographic Data
| ID | 12867806 |
|---|---|
| Authors | Luciana Guarreschi (0000-0002-4599-784X, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Issue | 47 |
| Pages | 65-71 |
| Publication date | 2024-10-22 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Psicanálise Stylus (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1676-157X • E-ISSN: 2595-752X |
| Publisher | Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (PUBLISHER) |
| DOI | 10.31683/stylus.v1i47.1066 |
| OpenAlex | W4403688291 |
| Language | PT |
Partindo do texto “A coisa freudiana ou o Sentido do retorno a Freud em psicanálise” (Lacan, 1956/1998), mais especificamente da conhecida prosopopeia lacaniana “Eu, a verdade, falo”, a autora produz uma pequena paródia com seu título “Eu, o saber, não falo”, com o objetivo de traçar um caminho o qual toda análise digna desse nome deveria percorrer, que poderia ser enunciado “da busca pelo saber ao furo no saber”. Para tal construção, foi necessário ir a outro texto: “A psicanálise e suas relações com a realidade” (Lacan, 1967/2003a), em que Lacan defende a incomunicabilidade do saber do analista. Como, então, sustentar esse saber, que não fala, sem fazer mistagogia e pender para o obscurantismo religioso sem que o desejo do analista esteja em jogo
Political science · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
|---|