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Por que Hume não é emotivista

Bibliographic Data

ID12868223
AuthorsGeovana Mendonça Lunardi (0000-0002-3405-9639, corresponding author)
Year2012
Volume9
Issue3
Pages69-69
Publication date2012-05-06
Open AccessYes
TypeARTICLE
Venueethic@ - An international Journal for Moral Philosophy (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1677-2954 • E-ISSN: 1677-2954
PublisherUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER)
DOI10.5007/1677-2954.2010v9n3p69
OpenAlexW2342440523
LanguagePT

Na tradição filosófica contemporânea principalmente no âmbito da filosofia analítica, a filosofia moral de David Hume é considerada como legítima representante e precursora da Escola Emotivista. Para essa escola, Hume apresentou de forma definitiva com os argumentos da dicotomia ser/dever-ser (is/ought), suas críticas à metafísica e ao racionalismo, os campos e limites da moralidade. Assim, os emotivistas consideram que questões morais não podem ser derivadas de fatos ou, mais radicalmente, não teriam nenhuma base de racionalidade, sendo puramente manifestação das emoções e paixões. Nesse trabalho, apresentamos dificuldades para a interpretação emotivista e sustentamos que o princípio da simpatia (sympathy) e a teoria do espectador judicioso (judicious spectator) presentes na filosofia moral humeana oferecem suporte para uma interpretação alternativa

Humanities · Hume's philosophy and hair distribution · Philosophy · Psychology and Mental Health · Social and Economic Solidarity

Highly citedNo

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