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A experiência da animalidade em "A maçã no escuro", de Clarice Lispector, e em "Acenos e afagos", de João Gilberto Noll

Um estudo comparativo

Bibliographic Data

ID12868639
AuthorsFrederico Lustosa Da Costa (0000-0001-5578-8315, Universidade Federal do Pará), Mayara Ribeiro Guimarães (0000-0002-5263-0499, Universidade Federal do Pará)
Year2022
Volume42
Issue1
Pages83-95
Publication date2022-09-18
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueTerra Roxa e Outras Terras Revista de Estudos Literários (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1678-2054 • E-ISSN: 1678-2054
PublisherUniversidade Estadual de Londrina (PUBLISHER • BR)
DOI10.5433/1678-2054.2022v42p83-95
OpenAlexW4296376774
LanguagePT

O presente artigo pretende analisar a experiência dos personagens de A maçã no escuro (1961), de Clarice Lispector (1920-1977), e Acenos e afagos (2008), de João Gilberto Noll (1946-2017), com a animalidade. Nesta aproximação, problematizaremos vivências, que, pelos animais, convocam a desclassificação e desorganização dos sujeitos. Para isto, o informe e o “imundo” emergem como maneira mais particular de evidenciar um contato entre o homem e o selvagem. Estamos, pois, no campo da desarticulação de qualquer ordenamento diante dos inumanos, na figura dos animais. Para este artigo, recorremos às reflexões de Nascimento (2012), Giorgi (2016), Berger (2021), Nor (2018), Maciel (2016), Sousa (2012), Seligmann-Silva (2011), Garramuño (2011), Agamben (2017), Bataille (2008), Yelin (2015) e Deleuze; Guattari (1980)

Cultural, Media, and Literary Studies · Literature, Culture, and Criticism

Highly citedNo

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