O fundamentalismo como proselitismo de legitimação
O que há de comunicação na incomunicabilidade religiosa
Bibliographic Data
| ID | 12869227 |
|---|---|
| Authors | Luiz Signates (0000-0001-9348-9295, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Pages | 485-485 |
| Publication date | 2020-08-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | HORIZONTE (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1679-9615 • E-ISSN: 2175-5841 |
| Publisher | Pontificia Universidade Catolica de Minas Gerais (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5752/p.2175-5841.2020v18n56p485 |
| OpenAlex | W3127653907 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
Trata este trabalho de um estudo do fundamentalismo, sob a perspectiva da tensão entre comunicabilidade e incomunicabilidade, entrevista nas dinâmicas religiosas em geral. Após um breve escorço histórico a respeito do tema, concentra-se na vertente religiosa para, em seguida, abordar o fundamentalismo no âmbito de sua contradição específica: a da incomunicabilidade do dogmatismo, radicado no literalismo, na incapacidade para o diálogo e nas ações políticas extremistas, até o terrorismo, em tensão permanente com a necessidade comunicacional de visibilidade e reconhecimento. Há, pois, uma natureza comunicacional específica, na incomunicabilidade dos processos de dogmatização e fechamento dialógico inscritos nos fenômenos fundamentalistas, a que se denomina uma propensão comunicativa da promoção da incomunicabilidade. Por fim, postula-se o fundamentalismo religioso como um proselitismo de legitimação, que tensiona os polos entre o dogma e o vínculo, ao adotar, contraditoriamente, a radicalização de ambos, e testar, nesse sentido, os limites da tolerância, como postulado da modernidade
| Highly cited | No |
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