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Os tempos e os “desencantamentos” da história

Uma análise do romance O som do rugido da onça (2021), de Micheliny Verunschk

Bibliographic Data

ID13050845
AuthorsRosana Da Silva Freitas (0000-0002-1543-2274, Universidade Federal do Pampa, corresponding author)
Year2026
Volume17
Issue45
Pagese0201-e0201
Publication date2026-01-23
Peer ReviewedYes
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueRevista Tempo e Argumento (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 2175-1803 • E-ISSN: 2175-1803
PublisherUniversidade do Estado de Santa Catarina (PUBLISHER • BR)
DOI10.5965/2175180317452025e0201
OpenAlexW7127607039
LanguagePT
References cited14

O objetivo deste artigo é analisar o romance O som do rugido da onça, da escritora brasileira Micheliny Verunschk, publicado em 2021, à luz das provocações que faz à historiografia e à literatura brasileiras, assim como à formação de seus cânones tais como estabelecidos desde o século XIX. O romance tem como premissa recriar a história da menina indígena da etnia miranha levada a Munique pelos naturalistas bávaros Carl Phillip von Martius e Johann Baptist von Spix depois de sua expedição ao Brasil entre 1817 e 1820. Martius, mais tarde, foi seminal para constituir uma forma de se narrar a história do Brasil, vencendo, décadas mais tarde, um concurso do Instituto Histórico e Geográfico Brasil com a dissertação intitulada Como se deve escrever a história do Brasil (1843). Pretendo aqui explorar os questionamentos que a obra de Verunschk coloca a esse episódio da historiografia brasileira, assim como à formação do subcampo da Teoria da História no Brasil nas últimas décadas

Context (archaeology · Natural (archaeology · Order (exchange · Reflection (computer programming · Romance · History of Colonial Brazil · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy, History, and Historiography

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Citation velocityhistorical
Highly citedNo

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