Habermas e a inovação tecnológica como problema filosófico
Bibliographic Data
| ID | 13098543 |
|---|---|
| Authors | Geovana Mendonça Lunardi (0000-0002-3405-9639, Universidade Federal de Santa Catarina, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 11 |
| Publication date | 2024-11-25 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Logeion Filosofia da Informação (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2358-7806 • E-ISSN: 2358-7806 |
| Publisher | SciELO (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.21728/logeion.2024v11e-7372 |
| OpenAlex | W4404677803 |
| Language | PT |
Habermas (1968) na sua crítica à filosofia da tecnologia de Marcuse descreve que a sociedade hodierna está caracterizada pela denominada “Economia da Inovação”, que é o desenvolvimento do capitalismo em sua fase tardia, tendo como paradigma a crescente interdependência entre pesquisa e técnica, transformando a ciência na principal força produtiva deste modelo econômico. A cientificização da técnica permitiu aumentar a produtividade do trabalho inserindo dentro de um mesmo sistema ciência, técnica e valor econômico. Marx e Schumpeter, de acordo com Habermas, já haviam sugerido cada um à sua maneira, que o modo de produção capitalista pode ser concebido como um mecanismo que garante uma propagação permanente dos subsistemas do agir racional-com-respeito-a-fins e, com isso, abala a "supremacia" tradicionalista do quadro institucional diante das forças produtivas. Tal complexidade transforma, assim, a inovação em vetor de exclusão social. Neste sentido, examina-se neste trabalho a inovação como problema filosófico e suas implicações em uma sociedade tecnológica conforme a análise habermasiana
Humanities · Sociology · Philosophy · Psychology and Mental Health · Social and Economic Solidarity
| Highly cited | No |
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