Observatórios no Império e as Práticas de Astronomia dos alunos da Escola Militar
Bibliographic Data
| ID | 13138185 |
|---|---|
| Authors | J Campos (0000-0003-4543-2280, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 1 |
| Pages | e339-e339 |
| Publication date | 2022-05-10 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Scientiarum Historia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2176-123X • E-ISSN: 2675-6404 |
| Publisher | Programa de Historia das Ciencias e das Tecnicas e Epistemologia (PUBLISHER) |
| DOI | 10.51919/revista_sh.v1i0.339 |
| OpenAlex | W4280505430 |
| Language | PT |
Determinar a posição de um ponto sobre a superfície da Terra envolve o uso de métodos da astronomia esférica conjugados com observações de fenômenos astronômicos específicos. Estas determinações são vitais para as áreas de Cartografia e Náutica. Os alunos da Escola Militar tinham que aprender tanto os elementos da teoria quanto a prática de observação. Pretende-se mostrar as condições em que se deu este aprendizado durante o Império. Ao longo dos 78 anos desde a sua criação em 1810, a Escola Militar passou por 11 reformas de estatutos que alteraram o currículo mexendo na sua estrutura e duração dos seus cursos. Após cada reforma, buscou-se a existência da cadeira de astronomia e de um observatório de apoio às aulas, dando especial atenção às condições de fundação do Imperial Observatório do Rio de Janeiro. Os resultados mostraram que, até cerca da metade do século, os alunos da Escola Militar não tiveram aulas práticas. A fundação do Observatório da Escola Politécnica em 1881 abriu uma nova era, permitindo reunir alunos das três escolas para que todos tivessem práticas de observação
Humanities · Environmental Sustainability and Education · Health, Education, and Aging · History of Colonial Brazil · Philosophy
| Highly cited | No |
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