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Distribuição espaço-temporal da leishmaniose visceral no Brasil no período de 2007 a 2020

Dados Bibliográficos

ID14967945
AutoresLarissa Neuza da Silva Nina (0000-0002-0906-3759, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, São Luís (MA), Brasil., autor correspondente), Arlene De Jesus Mendes Caldas (0000-0001-7087-8781, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, São Luís (MA), Brasil.), Vanessa Moreira Da Silva Soeiro (0000-0002-4299-1637, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Campus Pinheiro, Curso de Enfermagem, Pinheiro (MA), Brasil.), Thais Furtado Ferreira (0000-0003-3841-2919, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Campus Bacanga, Curso de Enfermagem, São Luís (MA), Brasil.), Tereza Cristina Silva (0000-0003-0415-0420, Instituto Federal de Educação), Poliana Pereira Costa Rabêlo (0000-0003-0161-1359, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Campus Bacanga, Curso de Enfermagem, São Luís (MA), Brasil.)
Ano2023
Volume47
Páginas1
Data de publicação2023-11-14
Peer ReviewedSim
Open AccessSim
TipoARTICLE
PeriódicoRevista Panamericana de Salud Pública (JOURNAL)
Identificadores do periódicoISSN: 1020-4989 • E-ISSN: 1680-5348
EditoraPan American Health Organization (PUBLISHER • US)
DOI10.26633/rpsp.2023.160
PMID38024446
OpenAlexW4388697968
IdiomaPT
Referências citadas30

Objetivo. Analisar a dinâmica da distribuição espacial e temporal da leishmaniose visceral no Brasil no período de 2007 a 2020. Métodos. Este estudo ecológico do padrão espacial dos casos de leishmaniose visceral ocorridos no Brasil de 2007 a 2020 utilizou dados do Sistema de Informação de Agravos e Notificação (SINAN). As variáveis analisadas foram o coeficiente de incidência da leishmaniose visceral e o índice composto da leishmaniose visceral (ICLV), a partir das quais foram construídos mapas temáticos trienais. Foi calculado o índice de Moran global, para verificar a existência de autocorrelação espacial, e o índice de Moran local, para delimitar áreas de maior e menor risco para adoecimento por leishmaniose visceral no Brasil. Resultados. No período estudado, ocorreram 48 705 casos de leishmaniose visceral, com incidência de 25,53 casos/100 000 habitantes. Em todos os blocos trienais, houve autocorrelação espacial, havendo municípios das regiões Norte e Nordeste com incidência igual ou superior a 50 casos/100 000 habitantes. Com relação ao ICLV, houve aumento do número de municípios considerados de baixo risco de transmissão e presença crescente do número de capitais com classificação de risco muito intenso. Conclusão. A incidência de leishmaniose visceral variou ao longo dos triênios. A região de fronteira entre Tocantins, Maranhão e Pará, juntamente com o estado do Ceará, destacou-se na distribuição espacial da incidência da doença e na estratificação de risco pelo ICLV. Tais localidades devem ser prioritárias para ações e serviços voltados à vigilância e ao controle da doença

Art · Geography · Humanities · Leishmaniasis · Visceral leishmaniasis · Medicine · Research on Leishmaniasis Studies

  • Visceral leishmaniasis in the state of Sao Paulo, Brazil

    Open Access•Marisa Furtado Mozini Cardim, Marluci Monteiro Guirado et al.•Revista de Saúde Pública•2016

  • Análise espacial de dados geográficos

    Open Access•Reinaldo Souza-Santos•Cadernos de Saude Publica•2005

  • Leishmaniose visceral e sua relação com fatores climáticos e ambientais no Estado do Tocantins, Brasil, 2007 a 2014

    Open Access•Lisiane Lappe Dos Reis, Antônio Alcirley Da Silva Balieiro et al.•Cadernos de Saude Publica•2019

Velocidade de citaçãohistorical
Altamente citadoNão
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