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Autogestão e controle operário

Semântica e política na experiência argentina

Bibliographic Data

ID15124602
AuthorsJair Pinheiro (0000-0002-5520-4954, Universidade Estadual Paulista (Unesp), corresponding author), Gabriel Gualhanone Nemirovsky (0000-0002-6011-2990, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)
Year2024
Volume28
Issue52
Pages145-163
Publication date2024-06-30
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueLutas Sociais (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1415-854X • E-ISSN: 2526-3706
PublisherPontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER)
DOI10.23925/ls.v28i52.69916
OpenAlexW4406988884
LanguagePT

O presente artigo tem a intenção de colocar em tela o problema relativo ao efeito negativo que a separação político-semântica entre os termos “autogestão” e “controle operário”, promovida pela prática concreta das Empresas recuperadas por Seus Trabalhadores (ERTs) argentinas, exerce tanto sobre a forma como estas se relacionam com o Estado burguês quanto sobre como essa relação passa a ser interpretada academicamente. Para tanto, lança-se mão da contribuição do pensador marxista Nicos Poulantzas para articular as noções de Estado, seus aparelhos e a reprodução das relações sociais de produção sob o modo social de produção capitalista. Em conclusão, considera-se que as demandas sociais levantadas pelos trabalhadores de ERTs tendem a não avançarem se não se inserirem numa reflexão sobre a concepção de Estado burguês, dos fundamentos de seu ordenamento jurídico e das alternativas estruturalmente viáveis

Theology · Brazilian History and Foreign Policy · Philosophy

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