O que os adolescentes do município do Rio de Janeiro, Brasil, têm feito para reduzir sua exposição à violência comunitária
Bibliographic Data
| ID | 16828199 |
|---|---|
| Authors | Emanuely Santos Marques (0000-0002-8633-7290, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Michael Reichenheim (0000-0001-7232-6745, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Erika Barbosa dos Santos (0000-0001-5155-7691, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Stella R Taquette (0000-0001-7388-3025, Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Stella R Taquete (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Claudia Leite De Moraes (0000-0002-3223-1634, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brazil; Universidade Estácio de Sá, Brazil) |
| Year | 2024 |
| Volume | 29 |
| Issue | 1 |
| Pages | e18182022-e18182022 |
| Publication date | 2024-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Ciência & Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-8123 • E-ISSN: 1678-4561 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1413-81232024291.18182022 |
| PMID | 38198334 |
| OpenAlex | W4390660993 |
| Language | PT |
| References cited | 23 |
O objetivo do estudo é conhecer as estratégias individuais mais utilizadas por adolescentes de escolas públicas e privadas da IX Região Administrativa do município do Rio de Janeiro para evitar a exposição à violência comunitária, bem como investigar o perfil de coocorrência e sua prevalência em subgrupos populacionais específicos. Trata-se de um estudo seccional com 693 indivíduos. As informações referentes às estratégias para evitar a exposição à violência comunitária foram coletadas por meio de questionário multidimensional autopreenchido em sala de aula. As estratégias mais utilizadas foram: evitar passar onde há pessoas armadas (55,5%), evitar andar sozinho (30,5%) e evitar voltar para casa de madrugada (24,7%). Observou-se que as meninas adotam mais todos (concomitantemente) os quatro tipos de comportamento limitantes para reduzir sua exposição à violência comunitária (53% vs. 32%). Ressalta-se que a adoção de tais estratégias diferiu segundo os indicadores socioeconômicos, sendo maior entre os adolescentes oriundos de família de estratos de renda mais baixos. Tais achados chamam a atenção para a alta frequência de utilização de tais estratégias por adolescentes, o que pode cercear e limitar o pleno desenvolvimento de suas habilidades sociais e culturais
Humanities · Political science · Community Health and Development · Intimate Partner and Family Violence · Philosophy · Youth, Drugs, and Violence
Impact of Covid-19 and lockdown on mental health of children and adolescents
Impact of Covid-19 on Mental Health in Adolescents
Prevalence of mental health problems among children and adolescents during the Covid-19 pandemic
Community Violence in Context
Covid-19 pandemic impact on children and adolescents' mental health
Exploring the Impact of Covid-19 on Mental Health Outcomes in Children and Adolescents
Protective Factors Against Child Victimization in the School and Community
Violence a global public health problem
Violência contra escolares no Brasil
Playing it safe
Homicides and socio-environmental determinants of health in Brazil
A Experiência De Adolescentes Ao Visitar Um Museu De Ciência
Exposure to community violence and depressive symptoms
Effortful control, exposure to community violence, and aggressive behavior
Definitional and measurement issues in the study of community violence among children and youths
Estupro no Brasil
A invisibilidade do Esporte e da Cultura como Direitos da Criança e do Adolescente
Parenting in Violent Neighborhoods
| Highly cited | No |
|---|