São os ready-mades e a arte conceitual compatíveis com uma definição estética de arte
Bibliographic Data
| ID | 16854496 |
|---|---|
| Authors | Rosi Leny Morokawa (0000-0002-2115-4100, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2019 |
| Volume | 16 |
| Issue | 1 |
| Pages | 74-87 |
| Publication date | 2019-06-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cognitio-Estudos: revista eletrônica de filosofia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-8428 • E-ISSN: 1809-8428 |
| Publisher | Pontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.23925/1809-8428.2019v16i1p74-87 |
| OpenAlex | W2955174374 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
Para incluir a variada produção artística do século XX, alguns filósofos negam que haja qualquer condição estética que algo deva satisfazer para ser arte. Mas será que é preciso abandonar condições estéticas para se definir arte, a fim de que, assim, se possa incluir casos como os ready-mades de Duchamp e da Arte Conceitual como casos de arte? As principais objeções às definições estéticas de arte centram-se no argumento de que elas excluem esses casos como casos de arte e que esses seriam, portanto, contraexemplos às definições estéticas de arte. Neste artigo, pretendo mostrar que a definição estética de Monroe Beardsley pode responder à objeção da arte “não-estética” de Timothy Binkley, uma vez que a base para esta objeção é uma concepção puramente perceptual da experiência estética
Art · Humanities · Aesthetic Perception and Analysis · Ethics, Aesthetics, and Art · Visual Culture and Art Theory
| Highly cited | No |
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