Submissão, silenciamento e invisibilidade
Representações da violência simbólica na obra a vida invisível de Eurídice Gusmão de Martha Batalha
Bibliographic Data
| ID | 16885243 |
|---|---|
| Authors | Adriana Delmira Mendes-Polato (0000-0002-8764-4217, Universidade Estadual do Paraná), Douglas Fernando Blanco (0000-0001-8159-8646, Universidade Estadual do Paraná), Wilma Dos Santos Coqueiro (0000-0001-6271-4744, Universidade Estadual do Paraná) |
| Year | 2023 |
| Volume | 19 |
| Issue | 33 |
| Publication date | 2023-08-02 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Literatura, História e Memória (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-5313 • E-ISSN: 1983-1498 |
| Publisher | Universidade Estadual do Oeste do Parana - UNIOESTE (PUBLISHER) |
| DOI | 10.48075/rlhm.v19i33.29861 |
| OpenAlex | W4385574977 |
| Language | PT |
Em perspectiva de pesquisa interdisciplinar, este trabalho busca analisar como a violência simbólica (BOURDIEU, 2019) contra as mulheres é representada no romance A vida invisível de Eurídice Gusmão (2016), da escritora brasileira Martha Batalha. O enredo tem como cenário o Rio de Janeiro da década de 1940, e traz como protagonista Eurídice Gusmão, a mulher que poderia ter sido, uma mulher cuja potencialidade, expressão e projeção social pública foram tolhidas pela opressão masculina na figura do pai e do marido. No romance, por diversas vezes, as personagens femininas são recorrentemente diminuídas e/ou violentadas sob o manto do mito da proteção e do cuidado masculino. Para tal análise, respaldamo-nos, também, nos estudos de historiadoras como Mary Del Priore (2004), para contextualizar a sociedade e a mulher dos anos 1940 no Rio de Janeiro, Michelle Perrot (2019), para refletir acerca do silenciamento das mulheres e Mikhail Bakhtin (2018 [1975]), para compreender as questões relativas ao cronotopo da obra, que constitui índices de identidade, principalmente, aos sujeitos mulheres
Art · Dice · Humanities · Sociology · Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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