Por uma ratografia do presente em O riso dos ratos, de Joca R. Terron
Bibliographic Data
| ID | 16886149 |
|---|---|
| Authors | Luma Miranda (0009-0001-6151-8271, Universidade Estadual do Centro-Oeste), Nilcéia Valdati (0000-0001-6145-3618, Universidade Estadual do Centro-Oeste) |
| Year | 2023 |
| Issue | 31 |
| Pages | 142-160 |
| Publication date | 2023-12-19 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | FronteiraZ. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1983-4373 • E-ISSN: 1983-4373 |
| Publisher | Pontifical Catholic University of Sao Paulo (PUC-SP) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.23925/1983-4373.2023i31p142-160 |
| OpenAlex | W4390114796 |
| Language | PT |
Este artigo tem o objetivo de verificar como a figura do rato, presente em alguns textos, em especial, em O riso dos ratos (2021), de Joca R. Terron, denota uma leitura político-estética do tempo. Numa espécie de construção da escrita do rato, o que nomeamos de ratografia, elencamos, além do livro de Terron, “Josefina, a cantora”, de Franz Kafka, Os ratos, de Dyonelio Machado, “Seminário dos ratos”, de Lygia Fagundes Telles, e “O riso do rato”, de Samuel Rawet, para chegarmos à ideia de que essa figura escreve sobre o seu tempo, mas, principalmente, escreve sobre aquilo que perdura no tempo e está associado aos problemas sociais, políticos e históricos, sobretudo a violência. Como referencial teórico, tomamos os trabalhos de Deleuze e Guattari (2003, 1997), Derrida (2002), Foucault (1999, 1978), Lestel (2007), Maciel (2021), Oliveira (2009)
Art · Humanities · Brazilian cultural history and politics · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Psychology and Mental Health
| Highly cited | No |
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