O Limite entre Natureza e Civilização
O Problema da Humanização à Luz da Ficção de Guimarães Rosa
Bibliographic Data
| ID | 16887635 |
|---|---|
| Authors | João Pedro Bellas (0000-0002-2982-6661, Universidade Federal Fluminense, corresponding author), J P L Bellas |
| Year | 2016 |
| Volume | 16 |
| Issue | 16 |
| Pages | 24-37 |
| Publication date | 2016-12-15 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Scripta Alumni (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1984-6614 • E-ISSN: 1984-6614 |
| DOI | 10.18304/1984-6614/scripta.alumni.n16p24-37 |
| OpenAlex | W2564333219 |
| Language | PT |
| References cited | 3 |
Em sua vasta obra, Antonio Candido defende de maneira consistente a compreensão da literatura como um fator de humanização. Essa noção parte de um pressuposto evolucionista que associa humanização a civilização e segundo o qual diferentes grupos de pessoas estariam em diferentes estágios de desenvolvimento, sendo mais civilizados aqueles que superaram um estado de simbiose com a natureza. De acordo com essa perspectiva, a literatura desempenharia um papel fundamental no processo de distanciamento entre o homem e o mundo natural. O objetivo deste ensaio é confrontar a visão de Candido a duas narrativas de Guimarães Rosa: Meu tio o iauaretê (1961) e A terceira margem do rio (1962), para problematizar a função humanizadora da literatura advogada pelo crítico.
Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Highly cited | No |
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