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Perfil sociodemográfico dos óbitos por neoplasia maligna de estômago em um estado do Norte brasileiro

Bibliographic Data

ID16891997
AuthorsLeonardo de Paula Ramos (Instituto de Saúde), Edmilson dos Santos Damasceno (Instituto de Saúde), Jefferson Barreto da Luz (Instituto de Saúde), Jhonatan Jones Oliveira Cardozo (Instituto de Saúde), Amanda Alves Fecury (0000-0001-5128-8903, Instituto de Saúde, corresponding author)
Year2024
Volume16
Issue4
Pagese4053
Publication date2024-04-29
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueCuadernos de Educación y Desarrollo (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1989-4155 • E-ISSN: 1989-4155
PublisherBrazilian Journals (PUBLISHER)
DOI10.55905/cuadv16n4-142
OpenAlexW4396217798
LanguagePT
References cited13

Introdução: o câncer de estômago representa um desafio significativo para a saúde pública devido à sua alta incidência e impacto na morbidade e mortalidade. Além de ser uma das neoplasias malignas mais comuns em todo o mundo, é frequentemente diagnosticada em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as taxas de sobrevida dos pacientes. Objetivo: identificar o perfil sociodemográfico dos óbitos por neoplasia maligna de estômago no estado do Amapá. Método: estudo epidemiológico descritivo de série temporal. Foram incluídos todos os óbitos por neoplasia maligna do estômago registrados no Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), disponibilizado pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2022, no Estado do Amapá. Realizou-se a análise descritiva dos dados, por meio da determinação de frequências absolutas e relativas. Resultados: dos 541 casos registrados, houve maior acometimento desse agravo entre indivíduos do sexo masculino (68,6%), com idade superior ou igual à 60 anos (61,2%), raça/cor parda (66,3%) e tempo de escolaridade de um a sete anos (44%). Ao observar os dados por ano registrado, em 2019 identificou-se o maior número de óbitos registrados (n=72) e foi possível notar o aumento da frequência dos óbitos registrados do ano de 2013 ao de 2022, entre indivíduos do sexo feminino (28,3% e 32,1%), na faixa etária de 30-59 anos (30,4% e 39,6%), pardos (60,9% e 68%) e com escolaridades de oito a 11 anos (10,9% e 15,1%) e maior ou igual a 12 anos (4,3% e 15,1%). Conclusão: os achados reforçam a necessidade de uma abordagem integrada e abrangente no enfrentamento do câncer de estômago, com foco na promoção da saúde, prevenção e tratamento adequado para a redução dos impactos desse agravo na saúde pública, favorecendo desfechos clínicos e epidemiológicos associados a essa neoplasia

Art · Head and Neck Cancer Studies · Science and Education Research · Women's cancer prevention and management

  • Global cancer statistics 2018

    Open Access•Francesca Bray, Freddie Bray et al.•CA: A Cancer Journal for Clinicians•2018

  • Mortalidade por câncer nas capitais e no interior do Brasil

    Open Access•Gláucia Alves E Silva, Beatriz Cordeiro Jardim et al.•Revista de Saúde Pública•2020

  • Análise Comparativa Do Perfil Sociodemográfico E Epidemiológico Do Câncer No Estado Do Rio Grande Do Norte Entre 2015 E 2019

    Open Access•Maria de Lourdes Pontes Neta, Alessandra Gurgel Câmara et al.•Revista Foco•2023

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