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O discurso médico e a patologização da educação

Bibliographic Data

ID16919040
AuthorsSimone Tiemi Hashiguti (0000-0002-9230-9640, UFU, Brasil, corresponding author)
Year2009
Volume48
Issue1
Pages41-51
Publication date2009-06-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueTrabalhos em Linguística Aplicada (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-1813 • E-ISSN: 2175-764X
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/s0103-18132009000100004
OpenAlexW2035177350
SciELOS0103-18132009000100004
LanguagePT

Em discussões sobre avaliação escolar, e em meio à afirmação de que ela é um "instrumento que ajuda a direcionar e redirecionar a prática pedagógica", não é raro ouvir de professores, coordenadores pedagógicos, diretores e assessores de escolas públicas e privadas a afirmação de que o que se faz na escola por meio desse "instrumento" é "diagnosticar" as "dificuldades" dos alunos. "Diagnostica-se", através da avaliação, os "problemas" que os alunos têm, o que "não conseguiram apreender das aulas" e que "remédio" lhes deve ser dado para "sanar" tais problemas. Todas essas palavras são originalmente encontradas no discurso médico para a descrição de situações de doença, mas elas fazem parte, igualmente, do meio escolar. O objetivo deste texto é discutir a forma como a escola se apropria desse discurso e seus efeitos

Humanities · Education Pedagogy and Practices · Philosophy · Science and Education Research

Highly citedNo

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