Entrevista com Leonardo Fróes
Bibliographic Data
| ID | 16919931 |
|---|---|
| Authors | Sara Ramos Oliveira (0000-0002-1996-3742, Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 42 |
| Issue | 01 |
| Pages | 1-13 |
| Publication date | 2022-11-29 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Tradução (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1414-526X • E-ISSN: 2175-7968 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7968.2022.e75995 |
| OpenAlex | W4310282173 |
| Language | PT |
O poeta Leonardo Fróes, tradutor de clássicos como Goethe, Swift e Defoe, conta aproximadamente uma centena de textos vertidos, utilizando-se principalmente dos idiomas inglês, francês, espanhol e alemão. Portador de prêmios de literatura e tradução (Jabuti, Paulo Ronai etc.), exibe uma carreira poética sólida iniciada nos anos sessenta. O autor de Sibilitz (1981) e de Chinês com sono seguido de clones do inglês (2005) conta-nos algo de sua trajetória poética, além da configuração conceitual própria do que chama “tradução integral”. Fróes, que já foi objeto de uma tese de doutorado (Fala andarilha: a poesia de Leonardo Fróes em contexto crítico de Luiz Guilherme Ribeiro Barbosa, UFRJ, 2017) e tema de um documentário (Leonardo Fróes: um animal na montanha [Pucheu, Alberto; Capper, Gabriela; Cohn, Sergio], 2015), é também ensaísta e naturalista, tendo participado de uma série de entrevistas, encontros e eventos literários e de tradução. A entrevista abaixo, realizada através de trocas de e-mails no contato entre 19 de junho de 2020 e 27 de julho de 2020, intentou emplacar perguntas que pudessem contribuir para uma nova focalização deste dissonante tropical, podendo muito bem servir, ao mesmo tempo, como uma breve introdução à sua obra e pensamento
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Education Research · Philosophy
| Highly cited | No |
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