James S. Holmes, estudos da tradução e a ética queer da primeira pessoa
Bibliographic Data
| ID | 16920256 |
|---|---|
| Authors | André Luís Leite De Menezes (0000-0001-8882-0166, Universidade Federal de Santa Catarina), Christopher Larkosh (University of Massachusetts Dartmouth) |
| Year | 2022 |
| Volume | 42 |
| Issue | 1 |
| Pages | 1-28 |
| Publication date | 2022-12-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Cadernos de Tradução (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1414-526X • E-ISSN: 2175-7968 |
| Publisher | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5007/2175-7968.2022.e82726 |
| OpenAlex | W4311315159 |
| Language | PT |
A disciplina acadêmica conhecida como Estudos da Tradução já é queer, e assim tem sido desde sua origem. Concebida pelo pesquisador abertamente gay e ativista James S. Holmes para atuar nas fronteiras do conhecimento acadêmico, a disciplina ainda se baseia naqueles primeiros mapas e modelos para esboçar seus modelos sistemáticos propensos a mudanças, frequentemente às margens do pensamento teórico. Holmes estava tão empenhado na vida como ativista gay em Amsterdã e em sua emergente cena leather quanto estava em traduzir poesia de língua holandesa com seu companheiro holandês, sem falar da pesquisa seminal que realizou para o desenvolvimento dos Estudos da Tradução enquanto disciplina autônoma. Há uma ética específica para falar do self e de seus desejos neste contexto disciplinar? Para responder à pergunta o presente artigo revisita a atividade profissional e a figura do tradutor, essa entidade cultural e linguística complexa, caracterizada por desejos, paixões e engajamentos políticos que vão muito além do ato de traduzir
Art · Humanities · Queer · Sociology · Gender Studies · Philosophy · Translation Studies and Practices
| Highly cited | No |
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