Agenda para não esquecer
O fluxo do problema na reforma psiquiátrica brasileira
Bibliographic Data
| ID | 16924488 |
|---|---|
| Authors | Luiz Arilton Vieira, Roberto Eduardo Bueno (0000-0001-5546-8397) |
| Year | 2025 |
| Volume | 29 |
| Issue | 1 |
| Pages | 331-350 |
| Publication date | 2025-06-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Políticas Públicas (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-8740 • E-ISSN: 2178-2865 |
| Publisher | Universidade Federal do Maranhao (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.18764/2178-2865v29n1.2025.19 |
| OpenAlex | W4411714984 |
| Language | PT |
O processo de Reforma psiquiátrica no Brasil se inicia no final da década de 1970 e se consolida a partir de 2001, sobretudo devido à promulgação da Lei 10.216. Entretanto, no que tange à implementação de uma nova Política Pública, prima-se pela existência e confluência de elementos favoráveis à sua aprovação. Logo, o presente estudo utiliza o Modelo de Múltiplos Fluxos de Kingdon para caracterizar o fluxo do problema que impulsionou a Política Nacional de Saúde Mental à agenda decisória governamental. Analisa documentos publicados entre 1978 e 2003. Conclui pela existência de fartos indicadores apontando a dimensão do problema na assistência psiquiátrica brasileira; de importantes crises, símbolos e eventos indicando a sua magnitude; e de abundantes feedbacks, que tanto dimensionam e reforçam o problema, como apontam para a direção de uma possível solução
Political science · Health, Nursing, Elderly Care · Psychology and Mental Health · Youth, Drugs, and Violence
| Highly cited | No |
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