Does inflection matter? A few more notes on BP Inflected Infinitives
Bibliographic Data
| ID | 16944218 |
|---|---|
| Authors | Marcello Modesto (0000-0002-8767-7190, Universidade de São Paulo, corresponding author) |
| Year | 2017 |
| Volume | 13 |
| Issue | 2 |
| Pages | 212 |
| Publication date | 2017-09-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Linguíʃtica (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1808-835X • E-ISSN: 2238-975X |
| Publisher | Revista Linguistica (PUBLISHER) |
| DOI | 10.31513/linguistica.2017.v13n2a13508 |
| OpenAlex | W2766419854 |
| Language | EN |
| References cited | 9 |
Este capítulo argumenta, baseado principalmente na história brasileira, em favor da tese de que a flexão infnitiva (FI) não pode ser apenas um produto da escolarização (e não um traço do português brasileiro), uma vez que é usada pelos veículos de comunicação de massa e por falantes do dialeto “standard”. Falantes de PB têm julgamentos nativos sobre a distribuição da FI. Esses julgamentos não são o que se espera no caso de esses falantes estarem seguindo a gramática ensinada pelas escolas brasileiras, como mostram os resultados experimentais de Modesto e Maia (2017). Concluímos, portanto, que os resultados já obtidos pelo estudo da FI são cientifcamente interessantes
Humanities · Inflection · Linguistics · Physics · Linguistic research and analysis · Linguistic Studies and Language Acquisition · Philosophy · Spanish Linguistics and Language Studies
A Two-Tiered Theory of Control
Nonfinite Structures in Theory and Change
Creole Influence on Popular Brazilian Portuguese
Representation and Processing of the Inflected Infinitive in Brazilian Portuguese
Epicene Agreement and Inflected Infinitives When the Data Is “Under Control”
How to set Parameters
Making a Pronoun
Variable Number Agreement in Brazilian Portuguese
From intonational phrase to syntactic phase
| Highly cited | No |
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