Dor Crônica E Nível De Atividade Física De Idosos Moradores Do Ambiente Rural De Um Pequeno Município Do Oeste Catarinense
Bibliographic Data
| ID | 16948899 |
|---|---|
| Authors | Fátima Ferretti (0000-0002-0326-2984, Community University of Chapecó Region - Unochapecó), Fátima Kremer Ferretti, Gabrieli Andrin (Community University of Chapecó Region - Unochapecó), Sabrina Cassia Zanini, Márcia Regina Da Silva (0000-0002-9930-3102), Marcia Regina Silva (0000-0001-5852-1026) |
| Year | 2024 |
| Volume | 29 |
| Publication date | 2024-11-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-2473 • E-ISSN: 2316-2171 |
| Publisher | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22456/2316-2171.139507 |
| OpenAlex | W4412199629 |
| Language | PT |
Introdução: No Brasil o número de pessoas idosas está crescendo de forma acelerada e muitos convivem com diferentes condições crônicas, sendo uma das mais comuns a dor. Objetivos: Analisar a dor crônica e a relação com o nível de atividade física de idosos moradores de um município de pequeno porte no oeste de Santa Catarina. Métodos: Pesquisa de cunho quantitativo e transversal, realizada com 275 pessoas idosas do meio rural de um município de pequeno porte no oeste de Santa Catarina. Foram utilizados os instrumentos de coleta Miniexame do Estado Mental (MEEM); Geriatric Pain Measure (GPM); Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ); Escala Visual Analógica da dor (EVA) e, para análise, foram utilizados o teste não-paramétrico U de Mann-Whitney e teste Kruskall Wallis. Resultados: As mulheres têm maiores índices de dor, uso de medicamentos e quantidade de doenças crônicas. Pessoas idosas entre 60-69 anos são mais ativas quando comparadas ao público de ≥70 anos. Diferenças estatisticamente significativas foram encontradas entre homens e mulheres idosos nas variáveis da escala geriátrica de dor (p=0,039), quantidade de medicamentos (p=0,041), quantidade de doenças crônicas (p=0,008), bem como, entre o grupo Sedentário/Insuficientemente ativo (S/IA) e Ativo/Muito ativo (A/MA) nas variáveis tempo de dor (p=0,020) e quantidade de medicamentos (p=0,015). Conclusão: Mobilizar recursos para estruturar programas que incentivem as pessoas idosas a se manterem ativas ao longo do curso da vida se faz necessário, principalmente para prevenir condições crônicas tão comuns nessa fase
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