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Natureza e arte na aurora do Romantismo

Bibliographic Data

ID16954138
AuthorsUlisses Razzante Vaccari (0000-0003-2436-5808, Telio (Norway), corresponding author)
Year2017
Volume47
Issue1
Pages151-168
Publication date2017-06-28
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueDiscurso (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0103-328X • E-ISSN: 2318-8863
PublisherUniversidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER)
DOI10.11606/issn.2318-8863.discurso.2017.134069
OpenAlexW2738144882
LanguagePT

O presente texto mostra a retomada do mote aristotélico da arte como aperfeiçoamento da natureza em Kant e em alguns autores do pós-kantismo, em especial em Fichte, Hölderlin e Schelling. Em Kant, a retomada se dá no conceito de gênio, interpretado como o momento de unificação de arte e natureza, regra e criação. Em Fichte, a relação entre arte e natureza passa a ser pensada por meio do binômio cultura e natureza, de modo que o conceito de gênio se transforma na figurado erudito (Gelehrter ). Nas Observações sobre Édipo e Antígona, Hölderlin atesta a necessidade de uma poética moderna baseada na lei calculável ou no logos da poesia, num sentido muito próximo da doutrina de Fichte, bem como Schelling, por fim, estipula como tarefa da modernidade a saída do idealismo de si mesmo e a procura de um fundamento na natureza, que se daria pela constituição de uma física, condição necessária para a criação de uma nova mitologia

Humanities · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophical Thought and Analysis · Philosophy · Philosophy and Historical Thought

Highly citedNo

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