Água viva, de Clarice Lispector
Quando a Palavra Pinta Os Vegetais
Bibliographic Data
| ID | 16957352 |
|---|---|
| Authors | Frederico Lustosa Da Costa (0000-0001-5578-8315, Universidade Federal do Pará, corresponding author), Fabrício Lemos Da Costa |
| Year | 2024 |
| Volume | 31 |
| Issue | 2 |
| Pages | 246-266 |
| Publication date | 2024-04-23 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | O Eixo e a Roda: Revista de Literatura Brasileira (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0102-4809 • E-ISSN: 2358-9787 |
| Publisher | Universidade Federal de Minas Gerais - Pro-Reitoria de Pesquisa (PUBLISHER) |
| DOI | 10.17851/2358-9787.31.2.246-266 |
| OpenAlex | W4295931780 |
| Language | ES |
O presente artigo pretende analisar a presença ficcional da pintura em Água viva (1976), de Clarice Lispector (1920-1977). Para isto, pretendemos verificar especificamente a temática dos vegetais na narrativa. Assim, são plantas, raízes, cipós, troncos, flores e árvores que remetem à coisa viva, pulsante, orgânica e biológica de uma escritura que nasce envolvida também com o trabalho pictórico. Nesse sentido, nosso intento é desenvolver uma reflexão que corrobora a própria comparação/inter-relação interartes no texto de Clarice, partindo da vegetação em toda a sua diversidade. Para fins comparativos, dialogaremos, por vezes, com a pintura de Clarice, intitulada “Eu te pergunto por quê?” (1976), onde a possibilidade de uma flor na tela prefigura perguntas. Estamos, pois, no campo da Literatura Comparada. Para este estudo, recorremos às reflexões de Nascimento (2012; 2017; 2019), Sousa (2013), Giorgi (2016), Wohlleben (2017), Nunes (1995) e Coccia (2018; 2018)
Art · Humanities · Literature · Mythology · Narrative · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Language Studies · Urban and sociocultural dynamics
| Highly cited | No |
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