Basílio da Gama e Machado de Assis
Poetas
Bibliographic Data
| ID | 16963346 |
|---|---|
| Authors | José América Miranda (0000-0003-1447-7785, Universidade Federal do Espírito Santo, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Issue | 21 |
| Pages | 133-168 |
| Publication date | 2021-12-26 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Teresa (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1517-9737 • E-ISSN: 2447-8997 |
| Publisher | Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2447-8997.teresa.2021.173919 |
| OpenAlex | W4319310325 |
| Language | PT |
Este artigo trata, comparativamente, da técnica do verso em Basílio da Gama e em Machado de Assis. Dois são os versos estudados: o decassílabo e o alexandrino. O decassílabo, Basílio da Gama o empregou em O Uraguai; e nas Poesias completas (publicadas em 1901), de Machado de Assis, ele é o verso usado com mais frequência. Quanto ao verso alexandrino, Basílio da Gama o utilizou no padrão chamado “alexandrino arcaico, ou espanhol”, na tradução da “La déclamation théatrale”, do poeta francês Claude Dorat (“A declamação trágica”, na tradução de Basílio da Gama), ao passo que Machado de Assis empregou o chamado “alexandrino clássico, ou francês” – o verso alexandrino é também muito empregado por Machado de Assis (é o segundo em frequência, depois do decassílabo) em suas Poesias completas
Art · Humanities · Physics · Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Language Studies · Literature, Culture, and Criticism
| Highly cited | No |
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