Cosmopolitismo e Multiculturalismo
Avaliações a partir de uma comunidade quilombola. Doi: 10.5020/2317-2150.2015.v20n1p128
Dados Bibliográficos
| ID | 18102121 |
|---|---|
| Autores | Katarina Pitasse Fragoso (0000-0002-6063-6006, UCLouvain), Gisele Cittadino (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) |
| Ano | 2015 |
| Volume | 20 |
| Fascículo | 1 |
| Páginas | 130-159 |
| Data de publicação | 2015-06-15 |
| Peer Reviewed | Sim |
| Open Access | Sim |
| Tipo | ARTICLE |
| Periódico | Pensar - Revista de Ciências jurídicas (JOURNAL) |
| Identificadores do periódico | ISSN: 1519-8464 • E-ISSN: 2317-2150 |
| Editora | Fundacao Edson Queiroz (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5020/23172150.2012.128-157 |
| OpenAlex | W1948601582 |
| Idioma | EN |
| Referências citadas | 3 |
O texto apresenta um estudo crítico sobre duas teorias da justiça: a cosmopolita, desenvolvida por Thomas Pogge, e a multicultural, por Will Kymlicka. Do primeiro, investigam-se as vantagens de se ter uma preocupação moral com os habitantes do mundo, destacando as desvantagens de se ignorar as singularidades culturais. Do segundo, ressalta-se a prioritária legitimidade das demandas culturais. Apresenta-se, assim, a importância dos direitos diferenciados em prol das minorias nacionais e dos grupos étnicoculturais e, ao mesmo tempo, evidencia-se o limite dessas categorias culturais que não costumam dar conta, por exemplo, do grupo negro que reivindica reconhecimento cultural. Por fim, será desenvolvido um exercício prático com as referidas teorias, propondo a aplicação dos conceitos apresentados diante do caso concreto de uma comunidade de quilombolas de Linharinho, localizada na parte rural e pobre do município de Conceição da Barra, no Espírito Santo, que possui demandas relacionadas a direitos políticos, sociais e culturais
Humanities · Sociology · Environmental Sustainability and Education · Migration, Racism, and Human Rights · Philosophy · Race, Identity, and Education in Brazil
| Velocidade de citação | historical |
|---|---|
| Altamente citado | Não |