A Lei de Improbidade Administrativa
Sua aplicação e apontamentos para uma melhor eficácia. Doi: 10.5020/2317-2150.2014.v19n2p427
Datos Bibliográficos
| ID | 18102136 |
|---|---|
| Autores | José Carlos De Oliveira (0000-0002-0415-4926), Alex Facciolo Pires (Dirección de Investigación y Desarrollo) |
| Año | 2014 |
| Volumen | 19 |
| Número | 2 |
| Páginas | 427-452 |
| Fecha de publicación | 2014-08-01 |
| Peer Reviewed | Sí |
| Open Access | Sí |
| Tipo | ARTICLE |
| Revista | Pensar - Revista de Ciências jurídicas (JOURNAL) |
| Identificadores de la revista | ISSN: 1519-8464 • E-ISSN: 2317-2150 |
| Editorial | Fundacao Edson Queiroz (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5020/23172150.2012.427-452 |
| OpenAlex | W1698567965 |
| Idioma | PT |
| Referencias citadas | 2 |
A Constituinte de 1988, buscando reprimir a corrupção, previu a figura da improbidade administrativa no art. 37, parágrafo 4o. Foi editada, então, a Lei no 8.429/92, Lei de Improbidade Administrativa. A má-fé, a desonestidade, a perversidade e a maldade, aliadas à ilegalidade, são premissas da improbidade administrativa. A Lei é aplicável a todos os agentes públicos, indistintamente, sem qualquer exceção, notadamente aos agentes políticos. Às ações por atos de improbidade administrativa não se aplica a prerrogativa de foro. A sanção consistente na perda da função pública produz o rompimento do laço entre o agente ímprobo e o Estado, porquanto o agente público exibe inidoneidade moral e desvio ético para o exercício de qualquer função pública. A eficácia da Lei de Improbidade Administrativa, apesar dos notáveis e expressivos avanços, ainda é diminuta frente aos desmandos de corrupção de que temos notícia pela imprensa, diariamente, proporcionando uma verdadeira impunidade
Humanities · Physics · Academic Research in Diverse Fields · Brazilian Legal Issues · Philosophy · Public Health in Brazil
| Velocidad de citación | historical |
|---|---|
| Altamente citado | No |