A origem do homem americano vista a partir da América do Sul
Uma ou duas migrações
Bibliographic Data
| ID | 18975772 |
|---|---|
| Authors | W Neves (0000-0001-9124-3937, Universidade de São Paulo), Walter A Neves, Danilo Vicensotto Bernardo (0000-0002-0429-9623, Universidade de São Paulo), Maria Mercedes M Okumura, Mercedes Okumura (0000-0002-1894-6430, University of Cambridge) |
| Year | 2007 |
| Volume | 50 |
| Issue | 1 |
| Pages | 9-44 |
| Publication date | 2007-06-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista de Antropologia (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0034-7701 • E-ISSN: 1678-9857 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/s0034-77012007000100001 |
| OpenAlex | W2087337575 |
| SCIELO_PID | S0034-77012007000100001 |
| Language | PT |
| Citations received | 2 |
| References cited | 12 |
Até meados da década de 1990, predominava na literatura especializada que o Novo Mundo teria sido colonizado por três levas distintas, todas com origem no nordeste asiático. Na segunda metade da década, dois modelos alternativos começaram a desfrutar de grande popularidade entre a comunidade acadêmica internacional. O primeiro deles, denominado "Modelo dos Dois Componentes Biológicos Principais", baseado na variabilidade craniométrica de populações nativas americanas extintas, sugere que a América teria sido colonizada por pelo menos duas populações morfologicamente distintas vindas do nordeste asiático. O segundo, gerado por pesquisas sobre a variabilidade do DNA mitocondrial e do cromossomo Y de populações indígenas atuais, defende que o continente americano teria sido colonizado por apenas uma migração, também de origem asiática. Alguns especialistas acreditam que a compatibilização desses dois modelos é simples: as duas morfologias que se sucederam no tempo no Novo Mundo são resultado de um processo microevolutivo local, independente daquele que ocorreu, em paralelo, na Ásia. Uma outra maneira de compatibilizar os dois cenários é assumir que morfologia craniana e linhagens de DNA são entidades evolutivamente independentes, com histórias, modos, tempos e tendências próprias. Este trabalho apresenta novas evidências de que dois padrões morfológicos cranianos de fato se sucederam no Novo Mundo. Um relacionado às populações mais antigas (paleoíndias) e um relacionado a populações arcaicas e agrocerâmicas. Esses resultados são analisados à luz da discussão acima caracterizada
The Late Pleistocene Dispersal of Modern Humans in the Americas
Cranial morphology of early Americans from Lagoa Santa, Brazil
Cranial Variation in Man. A Study by Multivariate Analysis of Patterns of Difference Among Recent Human Populations
Patterns of modern human diversification
Craniometric variation among modern human populations
Apportionment of global human genetic diversity based on craniometrics and skin color
Size and shape in similarity coefficients based on metric characters
Multivariate apportionment of global human craniometric diversity
Climate and the evolution of skull metrics in man
The Zhoukoudian Upper Cave skull 101 and multiregionalism
The Upper Cave at Zhoukoudian and the origins of the Mongoloids
The Peopling of the New World
| Unique citing works | 2 |
|---|---|
| Citations per year | 0,13 |
| Citation span | 2011 - 2016 (6) |
| Citation velocity | historical |
| Highly cited | No |
| Citation types | Neutral: 2 |