Análise da violência sexual contra crianças e adolescentes na região Sul do Brasil (2017-2022)
Estudo ecológico
Bibliographic Data
| ID | 19475173 |
|---|---|
| Authors | Angela G Cardin (0000-0002-7198-9093, Universidade Estadual do Oeste do Paraná), Ivaneliza Simionato de Assis (0000-0003-1166-6644, Universidade Estadual do Oeste do Paraná), Carlos H Souto (0009-0002-9993-3574, Universidade Estadual do Oeste do Paraná), Oscar Kenji Nihei (0000-0002-9156-7787, Universidade Estadual do Oeste do Paraná), Márcia H S Freire (0000-0003-3941-3673, Universidade Federal do Paraná), Marcos Augusto Moraes Arcoverde (0000-0001-5104-559X, Universidade Estadual do Oeste do Paraná) |
| Year | 2025 |
| Volume | 30 |
| Issue | 10 |
| Pages | e09582025-e09582025 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Ciência & Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1413-8123 • E-ISSN: 1678-4561 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1413-812320253010.09582025 |
| PMID | 41221863 |
| OpenAlex | W4416104611 |
| Language | PT |
| References cited | 2 |
O objetivo foi analisar a distribuição espacial da violência sexual contra crianças e adolescentes na região Sul do Brasil, considerando diferenças entre municípios de fronteira e não fronteira e os períodos pré e pós-pandemia de COVID-19. Trata-se de um estudo ecológico com análise espacial dos casos registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2022. Foram identificados 39.751 casos, sendo observada tendência de crescimento, com interrupção temporária em 2020, ano de início da pandemia, e retomada nos anos seguintes. O Paraná apresentou o maior número de registros, seguido por Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A análise por sexo aponta um número maior de casos no sexo feminino em comparação com o sexo masculino. Identificou-se que municípios em regiões de fronteira apresentaram médias de taxas superiores. Não foram encontradas diferenças significativas entre os períodos pré e pós-pandêmico em termos de médias temporais, contudo as características espaciais mostraram variações significativas entre as regiões de fronteira e não fronteira. Os resultados reforçam a urgência de políticas públicas eficazes e direcionadas para a proteção da infância e adolescência
Ecological study · Pandemic · Sexual abuse · Sexual violence · Spatial distribution · Statistical analysis · Child Abuse and Trauma · Health Education and Validation · Intimate Partner and Family Violence
| Highly cited | No |
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