Sintomas respiratórios em pacientes atendidos em uma unidade básica de saúde de Goiânia-GO
Bibliographic Data
| ID | 19539327 |
|---|---|
| Authors | José Laerte Rodrigues Silva Júnior (0000-0002-9871-2342, Universidade Federal de Goiás), Thiago Fintelman Padilha (Universidade Federal de Goiás), Jordana Eduardo Rezende (Universidade Federal de Goiás), Eliane Consuelo Alves Rabelo (Universidade Federal de Goiás), Anna Carolina Galvão Ferreira (0000-0003-4853-694X, Universidade Federal de Goiás), Marcelo Fouad Rabahi (0000-0002-4050-5906, Universidade Federal de Goiás) |
| Year | 2014 |
| Volume | 9 |
| Issue | 32 |
| Pages | 264-272 |
| Publication date | 2014-07-25 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-5909 • E-ISSN: 2179-7994 |
| Publisher | Sociedade Brasileira de Medicina de Familia e Comunidade (SBMFC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5712/rbmfc9(32)825 |
| OpenAlex | W2031143441 |
| Language | PT |
| References cited | 9 |
Objetivo: verificar a prevalência de sintomas respiratórios em indivíduos que procuram uma unidade básica de saúde, descrevendo as distribuições desses sintomas e dos fatores de risco relacionados com doenças respiratórias. Métodos: estudo transversal em uma unidade básica de saúde de Goiânia-GO. Durante um ano, 44 observações, escolhidas de forma aleatória, foram realizadas, onze em cada estação do ano. Para análise dos dados, foram utilizados teste do qui-quadrado, ANOVA, correlação e regressão robusta univariada. Resultados: dentre os 3.354 indivíduos avaliados, 13,7% (458/3.354) possuíam sintomas respiratórios. A tosse foi o sintoma respiratório mais prevalente, ocorrendo em 91% (417/458) dos casos. Em relação aos que procuraram a unidade de saúde, 4,8% (161/3354) apresentavam tosse por duas semanas ou mais. A proporção dos diferentes sintomas respiratórios (tosse, dispneia e chiado) foi semelhante entre as estações, e as prevalências de sintomas respiratórios encontradas nas quatros estações (inverno, outono, verão e primavera) foram, respectivamente, 20%, 14%, 11,9% e 7,4%. A média do tempo de tosse para idosos foi estatisticamente maior que nos demais grupos (p=0,004). Os tabagistas, ex-tabagistas, portadores de baixo peso, pessoas que referiam pneumonia prévia, asma ou DPOC apresentaram médias de tempo de tosse maiores, mas essas diferenças não foram estatisticamente significativas. O modelo de regressão mostrou aumento do tempo de tosse com aumento da idade (r2=0,08; p=0,0001). Conclusão: as doenças respiratórias perfazem uma importante parcela dos atendimentos da unidade básica de saúde. A prevalência de sintomas respiratórios é maior no inverno e o tempo médio de tosse aumenta com a idade
Gynecology · Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD) Research · Injury Epidemiology and Prevention · Medicine · Pediatric health and respiratory diseases · Internal Medicine · Pediatrics
| Highly cited | No |
|---|