Implicações da utilização do conceito de risco para a prática em APS
Bibliographic Data
| ID | 19539425 |
|---|---|
| Authors | Michele Lopes Pedrosa (0000-0002-5483-3521, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Carlos Eduardo Aguilera Campos (0000-0002-8277-5146, Associação Brasileira de Saúde Coletiva) |
| Year | 2006 |
| Volume | 2 |
| Issue | 5 |
| Pages | 30-42 |
| Publication date | 2006-11-17 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-5909 • E-ISSN: 2179-7994 |
| Publisher | Sociedade Brasileira de Medicina de Familia e Comunidade (SBMFC) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5712/rbmfc2(5)24 |
| OpenAlex | W1553868870 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
A produção do conhecimento e as ações de saúde têm relação direta com as bases conceituais e metodológicas dadas pela Epidemiologia. Três temas relevantes do conceito de risco são problematizados neste texto: as construções de inferências coletivas a partir da apreciação de agregados; a necessidade de redução da complexidade dos fenômenos estudados e seu isolamento de influências externas; o descarte da subjetividade na construção dos modelos que prezam pela objetividade, linearidade e rigidez. As implicações deste pensamento científico são analisadas em suas potencialidades e, especialmente, em suas limitações para a prática clínica na Atenção Primária em Saúde
Epistemology · Humanities · Physics · Health, Nursing, Elderly Care · Philosophy
| Highly cited | No |
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