Pequenos sítios, objectos perdidos, artefactos sem contexto. 3. O «ídolo cilíndrico» de Ervidel (Herdade da Cariola)
Bibliographic Data
| ID | 21225866 |
|---|---|
| Authors | Victor S Gonçalves (0000-0002-8120-5192, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 6 |
| Publication date | 2022-12-15 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Ophiussa Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 2184-173X • E-ISSN: 2184-173X |
| Publisher | Ophiussa, Revista do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa (PUBLISHER) |
| DOI | 10.51679/ophiussa.2022.122 |
| OpenAlex | W4311785542 |
| Language | PT |
Com os seus respeitáveis 738,75 g, o ídolo cilíndrico gravado de Cariola (Ervidel, Aljustrel) não é o exemplar mais pesado que se conhece de entre a totalidade dos lisos e gravados. Mas é certo que, dos gravados, é um bom exemplo. Maiores, maiores, temos os da Península de Lisboa, Alapraia 3 incluída, todos não decorados. Mas do Alentejo profundo não. Até agora. As questões que se colocam logo à partida são de várias ordens: porquê as representações do cabelo, porquê os Olhos de Sol, porquê as tatuagens ou pinturas faciais. E, já agora, qual o sexo destas «figuras», se é que o têm. Procura‐se sacudir dúvidas, as respostas são mais difíceis de encontrar. Tal como se disse no capítulo respectivo do livro «Sítios, «Horizontes» e Artefactos», os vendedores de gordura de ofídeo que se encarreguem disso. Isto não é um Resumo, quem disse que era? Jorj X. McCie nunca disse que era. Nem os que sonham reinar numa Pérsia distante. Aqui e agora, estamos no 3.o milénio (a.n.e.)... talvez nos seus meados...ou na Terra Média
Agora · Art · Humanities · Ancient Mediterranean Archaeology and History · Archaeological and Geological Studies · Archaeological and Historical Studies · Computer Science
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