“A formidavel confusão da natureza”
Écfrase e ecopoética na reescrita do Império português no romance O terremoto de Lisboa (1874) de Pinheiro Chagas
Bibliographic Data
| ID | 21333243 |
|---|---|
| Authors | Danae Gallo González (0000-0001-5679-2711, Justus-Liebig-Universität Giessen , Institut für Romanistik , Karl-Glöckner Str. 21 G 04c , Gießen , Alemanha Germany, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 2024 |
| Issue | 99 |
| Pages | 114-125 |
| Publication date | 2024-06-07 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Iberoromania (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0019-0993 • E-ISSN: 1865-9039 |
| Publisher | Walter de Gruyter GmbH (PUBLISHER • DE) |
| DOI | 10.1515/iber-2024-2007 |
| OpenAlex | W4399134123 |
| Language | PT |
| References cited | 22 |
Este artigo analisa o romance O terremoto de Lisboa (1874) de Manuel Pinheiro Chagas (1842–1895), uma obra maioritariamente negligenciada pela crítica literária. Após uma revisão do estado da arte e uma justificação da pertinência da minha análise, será feita um close reading ecopoético da écfrase com que o terramoto é representado. Pretende-se examinar a reescrita nesta obra da catástrofe e da crise que o terramoto de 1755 provocou na capital do Império português, pouco depois do primeiro centenário do terremoto de Lisboa e setenta anos após a independência do Brasil (1822)
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |