Comunicação Entre Equipes De Atenção Básica No Cuidado À Criança/Adolescente Com Doença Crônica
Bibliographic Data
| ID | 21433748 |
|---|---|
| Authors | Bruna Gabrielle de Araújo Silva (0000-0003-2615-1571, Universidade Federal de Pernambuco), Vanessa Medeiros Da Nóbrega (0000-0002-2596-8259, Prefeitura Municipal de João Pessoa, Brasil), Renata Cardoso Oliveira (0000-0002-9410-9650, Universidade Estadual da Paraíba), Elisabeth Luisa Rodrigues Ramalho (0000-0003-2469-4767, Universidade Federal de Pernambuco), Neusa Collet (0000-0002-4795-0279, Universidade Federal da Paraíba), Elenice Maria Cecchetti Vaz (0000-0001-6149-1892, Universidade Federal da Paraíba) |
| Year | 2025 |
| Volume | 34 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Texto & Contexto - Enfermagem (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-0707 • E-ISSN: 1980-265X |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1980-265x-tce-2024-0112pt |
| OpenAlex | W4410306931 |
| Language | PT |
| References cited | 13 |
Objetivo: analisar a comunicação entre as equipes de atenção básica no cuidado à criança/adolescente com doença crônica, a partir do sistema de referência e contrarreferência. Método: pesquisa qualitativa, realizada entre setembro e dezembro de 2021 em Unidades de Saúde da Família de um município nordestino. Participaram 13 profissionais, sendo sete da equipe de saúde da família e seis da equipe multiprofissional de atenção básica. As entrevistas em profundidade ocorreram por via remota, e os dados foram interpretados pela Análise Temática Indutiva. Resultados: a não efetivação do sistema de referência e contrarreferência desencadeia lacunas na comunicação entre as equipes, pois a maioria dos profissionais não preenchiam o instrumento formal. Quando demonstraram afinidade com outro profissional, optaram pela comunicação informal: telefonemas, conversas nos corredores e uso de aplicativos de mensagens. Por fim, ressaltaram a importância de capacitação dos profissionais e o papel da gestão na estimulação do trabalho em equipe para a realização dos registros nos prontuários, assim como a construção do plano terapêutico. Conclusão: a ausência de uma comunicação eficaz entre as equipes de atenção básica obstaculiza o cuidado para com a criança/adolescente em relação à doença crônica. Quando não se reconhece a importância no âmbito do cuidado, geram-se lacunas e problemas que podem prejudicar e comprometer o usuário
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| Highly cited | No |
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