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Os Limites Da Estética Do Ut Pictura Poesis Na Arte

Uma Demonstração a Partir Do Opúsculo Orfeu Brasílico

Bibliographic Data

ID21434359
AuthorsCristina Mascarenhas da Silva, Carlos Eduardo Mendes De Moraes (0000-0001-7277-2788)
Year2022
Volume30
Pages33-52
Publication date2022-01-24
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueMiscelânea Revista de Literatura e Vida Social (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 0104-3420 • E-ISSN: 1984-2899
PublisherUNESP - Universidade Estadual Paulista (PUBLISHER)
DOI10.5016/msc.v30i0.1881
OpenAlexW7130656846
LanguagePT

O objetivo deste artigo é discutir a estética do ut pictura poesis (a poesia como pintura), conceito horaciano, no documento Orfeu Brasílico (de 1736). Escrito integralmente em latim, Orfeu Brasílico homenageou o Padre José de Anchieta, na ocasião do recebimento do título de Venerável, no colégio da Companhia de Jesus, na Bahia. A obra tem composições nos moldes clássicos, como a ode, o idílio e o epigrama, e foi editada e organizada pelo Pe. Francisco de Almeida, professor de retórica da ordem. Conseguintemente, o século XVIII é signatário de uma tradição da eloquência na poesia, aspecto que remonta à Idade Antiga. Com o passar dos séculos, alguns tratadistas foram mais lidos que outros, de maneira que Horácio é um dos mais prestigiados no setecentos. Assim, o ut pictura poesis é um conceito muito importante para que a poesia inaciana seja eficaz. Como resultado, espera-se refletir acerca de aspectos do barroco, e como eles colaboram para a persistência da imagem mítica de Anchieta

Context (archaeology) · Literary criticism · Poetry · Romance languages · History of Colonial Brazil · Linguistics and Language Studies · Literature, Culture, and Criticism

Highly citedNo

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