O fantasma do corpo
Bibliographic Data
| ID | 21435167 |
|---|---|
| Authors | Ana Paula Jardim Martins Afonso (0000-0001-7767-6285, Universidade Federal de Santa Catarina, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 25 |
| Issue | 43 |
| Pages | 146-163 |
| Publication date | 2020-11-30 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Sæculum – Revista de História (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0104-8929 • E-ISSN: 2317-6725 |
| Publisher | Universidade Federal da Paraíba (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.22478/ufpb.2317-6725.2020v25n43.54536 |
| OpenAlex | W3108568010 |
| Language | EN |
| References cited | 2 |
Os estudos historiográficos contemporâneos lançaram o corpo em problematizações que, sobre diversos ângulos, observaram os comportamentos, práticas, formas de interação e de constituição do corpo-sujeito. Suas representações e significados entram em cena na pesquisa histórica, e na esteira das elaborações, o presente artigo propõe compreender a sexualidade como dispositivo do biopoder e o corpo como superfície de investimento biopolítico, a partir do filme A Pele que Habito (2011), de Pedro Almodóvar. Para tanto, foram selecionados seis enquadramentos do filme em atos da personagem Vera/Vincent em que, à luz do que compreende Michel Foucault como dispositivo biopolítico, apresenta de que modo a sexualidade atua como elemento de esquadrinhamento, captura e controle dos corpos, em um primeiro debate. Em seguida, seguindo a questão proposta por Espinosa “O que pode um corpo”, delineia-se um debate acerca da constituição da identidade como aparato de enclausuramento, da ideia de representação como a própria imagem mantida para cessar o movimento de criação de possibilidades de vida e, por fim, como a personagem que encena esse corpo é capaz de nos direcionar para uma possibilidade outra de leitura ético- estética de viver
Art · Humanities · Cultural, Media, and Literary Studies · Foucault, Power, and Ethics · Gender, Sexuality, and Education · Philosophy
| Highly cited | No |
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