Configurações do espaço queer e a (re)escrita da história em vila mathusa (2022)
Bibliographic Data
| ID | 21459250 |
|---|---|
| Authors | Elisa Braga (corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 54 |
| Issue | 0 |
| Publication date | 2025-12-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Mester (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 0160-2764 • E-ISSN: 0160-2764 |
| Publisher | California Digital Library (CDL) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5070/m3.41510 |
| OpenAlex | W4417285629 |
| Language | PT |
O sujeito participa da construção do espaço em que está inserido tanto quanto ele é construído por esse mesmo espaço. Se levarmos em consideração a perspectiva de sujeitos queer, de acordo com a teoria de Jack Halberstam (2005), este também se torna um espaço queer, na medida em que desvia de moldes normativos de utilização e comportamento no espaço. Neste artigo, analiso as configurações espaciais presentes em vila mathusa (2022), de zênite astra, da perspectiva de sujeitos trans. Para tal, considero o espaço em duas vertentes: o espaço externo, que é aquele que habitamos em sociedade, e o espaço interno, composto pelo corpo e pelas suas metamorfoses. Assim, a metamoforse do sujeito também se qualifica como um deslocamento de si, especialmente naquilo que toca o contexto latino americano, como defende Bernd (2007). Então, exploro de que maneiras a literatura brasileira representa o sujeito trans, e como essa representação muda na contemporaneidade, tendo como foco principal de análise o espaço queer
Queer · The Imaginary · Diverse academic research themes · Gender, Sexuality, and Education · Spatial and Cultural Studies
| Highly cited | No |
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