Inclinações amorosas de Orlando, de Virginia Woolf
Um estudo sobre androginia e travestilidade
Bibliographic Data
| ID | 21712712 |
|---|---|
| Authors | Hudson Oliveira Fontes Aragão (Universidade Federal de Sergipe), João Dantas Dos Anjos Neto (0000-0002-5353-3981, Associação Brasileira de Antropologia) |
| Year | 2022 |
| Volume | 22 |
| Issue | Esp |
| Pages | 82-102 |
| Publication date | 2022-02-17 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | A Cor das Letras (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1415-8973 • E-ISSN: 2594-9675 |
| Publisher | Universidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.13102/cl.v22iesp..7545 |
| OpenAlex | W4225257023 |
| Language | PT |
O presente artigo analisará Orlando: uma biografia (1928), escrito por Virginia Woolf, através de conceitos como androginia e travestilidade. Percorreremos alguns dos amores de Orlando e teceremos considerações sobre as relações amorosas (consumadas ou não) da personagem central deste romance, isto é, consideraremos as aproximações de Orlando com Sasha, princesa russa, e Marmaduke Shelmerdine, viajante marítimo, segundo a chave interpretativa da androginia, especialmente considerada a partir dos estudos clássicos, sobretudo em O Banquete, de Platão. Em outro aparte, segundo a entrada do aspecto da travestilidade, consideraremos as afinidades e antipatias de Orlando com o/a arquiduque/sa Harry/Harriet, com Rosina Pepita, cigana, e com Nell, prostituta em condição de vulnerabilidade social. Para percorrermos os caminhos da androginia e travestilidade, em uma das mais famosas obras de Virginia Woolf, contaremos com o apoio crítico de tradutores e pesquisadores brasileiros que se debruçaram sobre a obra, a saber, Tomaz Tadeu, Silviano Santiago, Fabiana Assis e Carla Garcia. Em último aparte, consideraremos como a literatura, e este romance em questão, faz emergir questões que estão em âmbito antropológico, isto é, no âmbito da cultura, dos gêneros e das sexualidades
Art · Humanities · Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy
| Highly cited | No |
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