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Vogais médias pretônicas em Pernambuco

Uma análise geossociolinguística

Bibliographic Data

ID21712875
AuthorsEdmilson José De Sá (0000-0002-1615-881X)
Year2022
Volume23
Issue2
Pages262-278
Publication date2022-12-28
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueA Cor das Letras (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1415-8973 • E-ISSN: 2594-9675
PublisherUniversidade Estadual de Feira de Santana (PUBLISHER • BR)
DOI10.13102/cl.v23i1.5714
LanguagePT

Este artigo apresenta uma descrição geossociolinguística baseada na variação fonética proferida por falantes de vinte municípios pernambucanos a fim de apresentar o comportamento das vogais médias pretônicas /e/ e /o/, com base em um corpus selecionado dos dados do Atlas Linguístico de Pernambuco – ALiPE (SÁ, 2013). Para a análise foram aproveitadas 1619 ocorrências, abrangendo 828 variantes de palavras com a pretônica anterior e 791 com a posterior, registradas nas respostas do questionário aplicado a 84 pessoas, sendo quatro de cada um dos vinte municípios selecionados. Pautando-se na perspectiva espacial, percebeu-se que o alteamento da vogal pretônica no Estado constitui marca dialetal, enquanto as variantes, [e], [ɛ], [o] e [ɔ] se distribuíram em pontos isolados. Considerando as dimensões linguísticas, verificou-se que a harmonia decorrente da vogal tônica com mesmo grau de altura da pretônica é mais evidente que a redução vocálica. Concernente às questões extralinguísticas, os resultaram evidenciam o homem mais jovem como mais conservador que a mulher, sendo essa mais inovadora em sua fala espontânea no uso das pretônicas.Palavras-chave: Pretônicas. Variação Geossociolinguística. ALiPE

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Ethnos_APP • Open Source Project • MIT License • Frontend v2.0.0 • Privacy and Cookies • API Documentation: api.ethnos.app/docs • API Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17049435 • Frontend Source Code: GitHub • DOI: 10.5281/zenodo.17050053 • cruz.rio.br • Expectantes Misericordiae