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O feminino e o final de análise

Vicissitudes do ideal do eu no trabalho de uma análise

Bibliographic Data

ID21731985
AuthorsLúcia Alves Mees (0000-0003-4110-1222, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Maria Cristina Poli (0000-0002-4388-8105, Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Year2020
Volume23
Issue2
Pages100-108
Publication date2020-08-01
Open AccessYes
TypeARTICLE
VenueÁgora Estudos em Teoria Psicanalítica (JOURNAL)
Journal identifiersISSN: 1516-1498 • E-ISSN: 1809-4414
PublisherFapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER)
DOI10.1590/1809-44142020002003
OpenAlexW3034004644
SciELOS1516-14982020000200100
LanguagePT

Partindo de duas vertentes diversas o tema do gozo e da sexuação e o final da análise e liquidação da transferência - pretendemos aproximá-las através da noção de destituição subjetiva, decorrente do fim do tratamento e subentendida na acepção de ausência de um significante que nomeie o feminino. Os conceitos de traço unário e de ideal do eu ligam os dois escopos conceituais citados, permitindo abordar os desdobramentos da transferência em análise e aquilo que é não-todo na sexuação. Conclui-se que a destituição subjetiva, que produz um analista ao final da análise, assemelha-se à posição feminina: sem o falo como resposta identificatória ao Outro e sem o nome/traço que faria contar o sujeito e agrupá-lo em um coletivo. É o significante da falta do Outro [S(Ⱥ)] que permitirá ao analista, tendo concluído sua análise, abrir mão de sua condição de sujeito ao dirigir uma cura

Art · Humanities · Gender, Sexuality, and Education · Literature, Culture, and Criticism · Philosophy · Psychology and Mental Health

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