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Wavelength (1967) e The living room (2000), de Michael Snow
Bibliographic Data
| ID | 21732637 |
|---|---|
| Authors | Luiz Carlos Oliveira Junior (0000-0001-9393-1987, Universidade Federal de Juiz de Fora, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 49 |
| Issue | 57 |
| Pages | 152-180 |
| Publication date | 2022-02-04 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Significação Revista de Cultura Audiovisual (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1516-4330 • E-ISSN: 2316-7114 |
| Publisher | Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (PUBLISHER) |
| DOI | 10.11606/issn.2316-7114.sig.2022.184312 |
| OpenAlex | W4210903850 |
| Language | EN |
O artigo se debruça sobre o cinema de Michael Snow com foco no filme The living room (A sala de estar, 2000), realizado num período em que o cineasta utilizava tecnologias digitais de forma experimental e lúdica. A análise será guiada pelo método comparativo, cotejando o filme com trabalhos anteriores de Snow, sobretudo Wavelength (Comprimento de onda, 1967), marco do cinema estrutural, e com obras tanto de outros cineastas (Georges Méliès e Alfred Hitchcock) quanto de artistas visuais que trabalharam com mídias diferentes, como pintura e colagem. Verificaremos a hipótese de os filmes de Snow analisados representarem um regime escópico contemporâneo a que chamaremos, na esteira de Pascal Bonitzer, “perspectiva telescópica”, no intuito de demonstrar que a obra do cineasta extrapola o quadro de referências que lhe é usualmente atribuído e se reporta a uma crise da experiência perceptiva já colocada desde a modernidade visual do século XIX
Art · Art history · Humanities · Movie theater · Art, Politics, and Modernism · Cinema and Media Studies
| Highly cited | No |
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