Seria Heidegger um kantiano? Um diálogo com Vinicius de Figueiredo
Bibliographic Data
| ID | 21734459 |
|---|---|
| Authors | Fernando Costa Mattos (0000-0002-7411-2975, Universidade Federal do ABC, corresponding author) |
| Year | 2026 |
| Volume | 23 |
| Issue | 3 |
| Pages | 27-37 |
| Publication date | 2026-01-31 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Studia Kantiana (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1518-403X • E-ISSN: 2317-7462 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/sk.v23i3.101374 |
| OpenAlex | W7127892716 |
| Language | PT |
O artigo tem como ponto de partida o diálogo com Vinicius de Figueiredo a propósito de meu livro Nietzsche, perspectivismo e democracia, onde proponho uma leitura kantiana do perspectivismo nietzschiano. Depois de repassar as principais linhas de minha argumentação, tanto no livro como no artigo em que reagi às objeções de Figueiredo, procuro mostrar que, ao contrário do que eu afirmava na época, a filosofia de Heidegger em Ser e tempo também pode ser lida na mesma chave. Para tanto, recorro ao § 23 da obra, onde Heidegger dialoga com o texto Como orientar-se no pensamento?, de Kant, acerca da eventual “subjetividade” do espaço. Embora o “ser-no-mundo”, a exemplo da “vontade de poder” nietzschiana, represente uma tentativa de superar a oposição kantiana entre “sujeito” e “objeto”, haveria em ambos certo resquício de “subjetividade” — a garantir, segundo defendo, a vocação ao mesmo tempo metafísica e antidogmática da filosofia
Impossibility · Proposition · Hume's philosophy and hair distribution · Nietzsche, Schopenhauer, and Hegel · Philosophy and Historical Thought
| Highly cited | No |
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