Ser mãe e jornalista no Brasil
Uma análise social e autoetnográfica
Bibliographic Data
| ID | 21735229 |
|---|---|
| Authors | Cristine Gerk Pinto Carneiro (0000-0003-4948-6200, Universidade Federal do Rio de Janeiro), Cristine Gerk (Universidade Federal do Rio de Janeiro, corresponding author) |
| Year | 2025 |
| Volume | 50 |
| Publication date | 2025-01-01 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Galáxia (São Paulo (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1519-311X • E-ISSN: 1982-2553 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1982-2553202568568 |
| OpenAlex | W7125711469 |
| SciELO | S1982-25532025000100319 |
| Language | PT |
| References cited | 1 |
Este artigo propõe uma reflexão sobre os desafios enfrentados por mães jornalistas no Brasil, a partir de uma perspectiva autoetnográfica, defendida por autores como Amanda Coffey. Como mãe e jornalista, a autora do artigo apresenta exemplos das dificuldades enfrentadas no seu cotidiano profissional. O estudo apoia-se também em dados de entidades como Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), que ilustram a disparidade de gênero no mercado de trabalho brasileiro, situação agravada durante a pandemia de Covid-19. Os dados são interpretados com base em pesquisadores que estudam o tema, como a vencedora do Prêmio Nobel Claudia Goldin. Propõe-se também uma dimensão historiográfica, ao relembrar histórias de mulheres do passado envolvidas com o jornalismo, que enfrentaram preconceito e a falta de apoio, como Prisciliana Duarte de Almeida e Gilka Machado
Expansive · Arts and Performance Studies · Media and Communication Studies · Qualitative research in health
| Highly cited | No |
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