Uma canção, dois tempos
Cubanidades e brasilidades em Conga (1985) / Samba (2020) de Gloria Estefan
Bibliographic Data
| ID | 21772686 |
|---|---|
| Authors | Igor Lemos Moreira (0000-0001-6353-7540, Universidade do Estado de Santa Catarina, corresponding author) |
| Year | 2022 |
| Volume | 21 |
| Issue | 3 |
| Pages | 60-87 |
| Publication date | 2022-12-16 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Semina - Revista dos Pós-Graduandos em História da UPF (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1677-1001 • E-ISSN: 2763-8804 |
| Publisher | UPF Editora (PUBLISHER) |
| DOI | 10.5335/srph.v21i3.13388 |
| OpenAlex | W4381431880 |
| Language | PT |
| References cited | 4 |
Lançada em 1985, a canção Conga foi um dos maiores hits da carreira artística e profissional da cantora cubana exilada Gloria Estefan. Em 2020, Gloria Estefan lançou uma nova versão do fonograma com a mudança no tema da canção, que passou a tematizar o samba brasileiro, gênero e dança que foram escolhidos como elementos constitutivos das identidades nacionais projetadas no século XX. O presente trabalho examina as canções Conga (1985) e Samba (2020) a partir da História do Tempo Presente, procurando perceber os processos de mobilização de representações dos gêneros musicais como parte das formações de narrativas sobre cubanidades e brasilidades
Art · Humanities · Asian Culture and Media Studies · Cuban History and Society
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |