Violência contra a mulher identificada por profissionais farmacêuticos
Um ponto de vista peculiar e estratégico
Bibliographic Data
| ID | 21773448 |
|---|---|
| Authors | Ághata Scarlett de Assis Vieira (0000-0002-0552-2970, Universidade Federal de Minas Gerais), Elaine Cristina Coelho Baptista (0000-0001-5129-4844, Universidade Federal de Minas Gerais), Aline Silva de Assis Santos (0000-0002-2652-1977, Universidade Federal de Minas Gerais), Isabela Viana Oliveira (0000-0001-7846-5914, Hospital Central da Polícia Militar), Mariana Martins Gonzaga Do Nascimento (0000-0003-2183-4365, Universidade Federal de Minas Gerais) |
| Year | 2026 |
| Volume | 24 |
| Publication date | 2026-01-01 |
| Peer Reviewed | Yes |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Trabalho Educação e Saúde (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1678-1007 • E-ISSN: 1981-7746 |
| Publisher | FapUNIFESP (SciELO) (PUBLISHER) |
| DOI | 10.1590/1981-7746-ojs3449 |
| OpenAlex | W7131089277 |
| SCIELO_PID | S1981-77462026000100603 |
| Language | PT |
| References cited | 12 |
O objetivo foi descrever situações de violência contra mulheres identificadas por farmacêuticos no ambiente de trabalho. Adotaram-se métodos mistos para explorar uma survey on-line respondida por farmacêuticos inscritos em Minas Gerais. As questões exploradas foram: “Você já identificou situação de violência contra mulheres envolvendo alguma paciente na sua farmácia/ambiente de trabalho?”; “Descreva uma situação de violência contra mulheres que mais chamou sua atenção.”. Foram determinados frequência da identificação de violência contra mulheres, tipos e fatores associados com análise estatística multivariada. A frequência de palavras nos relatos de violência foi apresentada em nuvem de palavras. Análise de conteúdo conforme Bardin proporcionou a construção de narrativas de situações de violência identificadas por farmacêuticos. De 455 respondentes, 30,6% identificaram violência contra mulheres, destacando-se violência psicológica (47,6%) e física (22,8%). Identificar violência mostrou-se associado com ser mulher/pessoa não binária (odds ratio = 1,86; p = 0,043) e viúva/divorciada (odds ratio = 3,15; p = 0,017). Nos relatos, prevaleceram palavras como “medo” e termos referentes ao agressor. As narrativas ilustram situações que podem ser identificadas por farmacêuticos, servindo de recurso didático e conscientização. A violência contra a mulher está presente no ambiente de trabalho de farmacêuticos, que presenciam suas diversas formas em um contexto peculiar e estratégico para identificação, acolhimento, notificação e mitigação
Exploratory research · Population · Research methodology · Intimate Partner and Family Violence · Occupational Health and Burnout · Workplace Violence and Bullying
| Citation velocity | historical |
|---|---|
| Highly cited | No |