Política e totalitarismo na obra de Hannah Arendt
Elementos de uma biopolítica
Bibliographic Data
| ID | 21813221 |
|---|---|
| Authors | Ricardo George De Araújo Silva (0000-0003-1954-1395, State University of Vale do Acaraú, corresponding author) |
| Year | 2021 |
| Volume | 17 |
| Issue | 2 |
| Publication date | 2021-09-13 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Mnemosine (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1809-8894 • E-ISSN: 1809-8894 |
| Publisher | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.12957/mnemosine.2021.62171 |
| OpenAlex | W3200446085 |
| Language | PT |
Ao tratar da biopolítica em Hannah Arendt tem-se por objetivo demonstrar que a autora, mesmo sem ter usado o sintagma em questão, o mobilizou em suas considerações teóricas, sobretudo no que concerne a uma administração da vida ou, dito de outra maneira, na perspectiva de uma forma de governo que determinava quem podia viver e quem deveria morrer. Em nosso entendimento, isso foi flagrantemente observável no totalitarismo, sobretudo nos campos de concentração. Desse modo, mostraremos que a noção de política em Arendt visa a liberdade. Esta noção se encontra em oposição à vida reduzida a mera administração. Elegemos como metodologia a exegese textual já consagrada nos estudos em filosofia
Humanities · Brazilian cultural history and politics · Memory, Trauma, and Testimony · Philosophy
| Highly cited | No |
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