A Imigração Eslava Em Filmes Argentinos E Brasileiros
Bibliographic Data
| ID | 21848762 |
|---|---|
| Authors | Valdir Olivo Júnior (0000-0001-9620-8081, Universidade Estadual do Centro-Oeste, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 15 |
| Issue | 6 |
| Pages | 698 |
| Publication date | 2020-12-12 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista X (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1980-0614 • E-ISSN: 1980-0614 |
| Publisher | Universidade Federal do Parana (PUBLISHER • BR) |
| DOI | 10.5380/rvx.v15i6.76840 |
| OpenAlex | W3113009587 |
| Language | PT |
Argentina e Brasil estão entre os países latino-americanos que mais receberam imigrantes eslavos entre o final do século XIX e início do século XX. O objetivo deste trabalho é refletir sobre como as narrativas acerca da imigração eslava foram elaboradas por alguns cineastas argentinos e brasileiros, descendentes de imigrantes eslavos. Conformam o corpus central deste trabalho os filmes: Los gauchos judíos (1975) dirigido por Juan José Jusid (1941), Carta a un padre (2013) dirigido por Edgardo Cozarinsky (1939) e a trilogia da imigração ucraniana no Paraná dirigida por Guto Pasko: Made In Ucrânia - Os Ucranianos no Paraná (2006), Iván (2015) e Entre nós, o estranho (2017). A ficção aqui se instaura na fratura dos indivíduos, mas também nos arquivos e nos sentidos. Esses indivíduos fraturados que surgem na tela, estão marcados por diversas formas de violências advindas de seus países originários, do exílio e das tentativas de adaptação a um contexto inóspito. A reelaboração das narrativas da imigração pelos herdeiros dos primeiros imigrantes eslavos no contexto dos dois países nos mostra, entre outras coisas, as especificidades que a imigração assumiu em cada país e as diferentes propostas de cada cineasta para lidar com a herança cultural e histórica recebida
| Highly cited | No |
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