Memória E Resistência Entrelaçadas
Crazy Brave, De Joy Harjo
Bibliographic Data
| ID | 21850397 |
|---|---|
| Authors | Liane Schneider (0000-0002-5476-2065, Universidade Federal da Paraíba, corresponding author) |
| Year | 2020 |
| Volume | 32 |
| Pages | 45 |
| Publication date | 2020-01-05 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | INTERDISCIPLINAR - Revista de Estudos em Língua e Literatura (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1980-8879 • E-ISSN: 1980-8879 |
| Publisher | Interdisciplinar - Revista de Estudos em Lingua e Literatura (PUBLISHER) |
| DOI | 10.47250/intrell.v32i1.12865 |
| OpenAlex | W3042579655 |
| Language | PT |
Proponho discutir neste trabalho a interseccionalidade e o pensamento feminista, principalmente, a partir da forma como essa relação se dá no campo da literatura indígena escrita por mulheres na América do Norte, destacando o local a partir do qual esses textos são atravessados pelo gênero, raça, classe e cosmovisões diversas. A partir das discussões feministas, especialmente o feminismo negro e indígena, tendo em mente as provocações de bell hooks, Audre Lorde, Kimberlé Crenshaw, Lélia Gonzáles, Carla Akotirene, Joyce Green, entre tantas outras, aponto de que forma essa consciência quanto a um antiessencialismo radical pode desestabilizar posições no que diz respeito às mulheres e seus lugares sociais, inclusive dentro do feminismo e principalmente no texto literário Crazy Brave, de Joy Harjo. PALAVRAS-CHAVE: Literatura indígena. Joy Harjo. Interseccionalidade. Feminismo. Autobiografia
| Highly cited | No |
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