Uso de relatos de viagem pelo IHGRGS
Forjamento da identidade “una” do gaúcho
Bibliographic Data
| ID | 21850903 |
|---|---|
| Authors | Larissa Barth (0000-0002-7003-3567, Universidade Federal da Grande Dourados, corresponding author) |
| Year | 2024 |
| Volume | 20 |
| Issue | 38 |
| Pages | 297-320 |
| Publication date | 2024-12-23 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Revista Eletrônica História em Reflexão (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1981-2434 • E-ISSN: 1981-2434 |
| Publisher | Universidade Federal de Grande Dourados (PUBLISHER) |
| DOI | 10.30612/rehr.v20i38.19129 |
| OpenAlex | W4405859361 |
| Language | PT |
| References cited | 5 |
As teorias raciais passaram a ser altamente difundidas na Europa a partir do século XIX, quando o termo raça começou a ser utilizado de maneira ideológica para distinguir de maneira degenerativa seres humanos. Essas teorias influenciaram muitos dos viajantes naturalistas que vieram ao Brasil durante o mesmo século, os quais escreverem relatos de viagem inseridos nos ideais teóricos que estavam em voga na Europa. Esses relatos foram amplamente divulgados, corroborando com a difusão de representações estereotipadas e racializadoras sobre as populações brasileiras, principalmente ao que se refere aos povos indígenas e população negra. A partir da circulação de saberes, os relatos de viagem também passaram a ser amplamente utilizados no Brasil, por instituições como o IHGB e IHGRGS. O objetivo do presente artigo é mostrar como esses relatos (imbricados por teorias raciais) foram utilizados pela historiografia clássica gaúcha para se criar uma história e identidade una do estado, o que gerou consequências vivenciadas até os dias de hoje
Cultural, Media, and Literary Studies · Linguistics and Language Studies · Medicine
| Highly cited | No |
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