Incontinência urinária em mulheres obesas em acompanhamento ambulatorial
Fatores De Risco E Impacto Na Qualidade De Vida
Bibliographic Data
| ID | 21855943 |
|---|---|
| Authors | VIVIANE JAREK, Regina Helena Senff Gomes (0000-0001-9651-5305, Hospital de Clínicas), Audrin Said Vojciechowski (0000-0003-4260-0138), Talita Gianello Gnoato Zotz (0000-0001-9974-7320), Rubneide Barreto Silva Gallo (0000-0001-9953-0260), Arlete Ana Motter (0000-0002-2585-207X) |
| Year | 2025 |
| Volume | 16 |
| Issue | 01 |
| Publication date | 2025-04-24 |
| Open Access | Yes |
| Type | ARTICLE |
| Venue | Tempus Actas de Saúde Coletiva (JOURNAL) |
| Journal identifiers | ISSN: 1982-8829 • E-ISSN: 1982-8829 |
| Publisher | Nucleo de Estudos em Saude Publica (PUBLISHER) |
| DOI | 10.18569/tempus.v16i01.2854 |
| OpenAlex | W4409742030 |
| Language | PT |
Introdução: A obesidade tem sido reconhecida como fator de risco potencialmente modificável para incontinência urinária (IU) em mulheres. Objetivo: Avaliar a prevalência de incontinência urinária em mulheres obesas em acompanhamento ambulatorial, os fatores de risco associados e o impacto na qualidade de vida. Método: Foi realizado um estudo transversal, descritivo, com análise quantitativa dos resultados, no período de agosto de 2019 a março de 2020. Foram recrutadas mulheres com diagnóstico clínico de obesidade, índice de massa corporal (IMC) ?30Kg/m2 e idade igual ou superior a 18 anos. Foram coletados dados sociodemográficos e clínicos e foi aplicado o Questionário Internacional de Consulta sobre Incontinência (ICIQ-SF) e o Questionário de Qualidade de Vida em Incontinência Urinária (KHQ). As análises foram realizadas no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 22.0. Resultados: Participaram da pesquisa 85 mulheres, com idade média de 48,40±12,12 anos. A média do peso encontrado foi de 98,36±13,87 Kg e IMC de 39,13±4,89 Kg/m2. A prevalência da IU foi de 63,5% (n= 54) e foi associada com fatores como climatério, paridade, episiotomia, diabetes e hipertensão arterial sistêmica. Com base no ICIQ-SF, os escores encontrados nos grupos analisados indicou que a gravidade de perda urinária foi considerada moderada a grave (obesidade grau I: 14,4(1-20); grau II: 13,4(1-21) e grau III: 12,9 (1-20)). No KHQ, os domínios que tiveram maior pontuação foram relacionados a percepção geral da saúde, impacto da incontinência e medidas de gravidade. Conclusão: Ocorreu uma alta prevalência da IU nesta população, interferindo negativamente na qualidade de vida
| Highly cited | No |
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